Acreana (Sim!!! O Acre existe! Uhuuulll!!), Bióloga, Traça de Livros, Seriadora Nata, Cinéfila, com meus fones de ouvido e música boa esqueço do mundo.
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Sinopse: Cinderela tem sonhos ambiciosos, e com a ajuda de sua Fabulosa Fada Madrinha, ela pretende realizá-los.
Trailer:
Opinião do Bananas: Era pra ser um musical romântico e cômico mas não foi, com 20 minutos de filme já tinha perdido o interesse. Somente após 1 (uma) hora de filme que há uma melhora que desperta um pequeno interesse, lembrando que o filme só tem 1 hora e 50 minutos de duração.
As músicas são boas, o figurino é lindo, bem elaborado e cheio de glamour. Gostei da mudança de objetivo da Cinderella, que foi sutil sem extremos, ela não desistiu de seu sonho de ser uma grande empresária e estilista e também não abandonou o seu grande amor mostrando aos que assistem que apesar de difícil você pode ter as duas coisas batalhando e aproveitando as oportunidades que a vida apresenta.
Ano da primeira publicação: 1813 Edição BR (que eu tenho): 2013
Páginas : 382
Tradução: Roberto Leal Ferreira
Gênero: Romance/Ficção Inglesa
Editora: Editora Nova Cultural
Sinopse: Jane Austen inicia Orgulho e Preconceito com uma das mais célebres frases da literatura inglesa: “É uma verdade universalmente reconhecida que um homem solteiro e muito rico deve precisar de uma esposa”. O livro é o mais famoso da escritora e traz uma série de personagens inesquecíveis e um enredo memorável. Austen nos apresenta Elizabeth Bennet como heroína irresistível e seu pretendente aristocrático, o sr. Darcy. Nesse livro, aspectos diferentes são abordados: orgulho encontra preconceito, ascendência social confronta desprezo social, equívocos e julgamentos antecipados conduzem alguns personagens ao sofrimento e ao escândalo. Porém, muitos desses aspectos da trama conduzem os personagens ao autoconhecimento e ao amor. O livro pode ser considerado a obra prima da escritora, que equilibra comédia com seriedade, observação meticulosa das atitudes humanas e sua ironia refinada.
Opinião do Bananas: Lendo Orgulho e Preconceito fica claro o motivo de Jane Austen ser uma autora tão atemporal, minha experiência anterior havia sido com Razão e Sensibilidade (do qual não gostei muito, mas preciso reler) que está na postagem sobre leituras abandonadas.
O livro trás não só um romance mas uma reflexão sobre o que era esperado das moças da época, as normas da sociedade, e o peso do pensamento próprio para o crescimento pessoal e que nem sempre estamos corretos em julgar o próximo. Jane Austen escreve cada personagem com tanto detalhe e individualidade que quase nos faz pensar que essa estória realmente aconteceu e Austen apenas a ouviu e escreveu como se se tratasse da história de pessoas conhecidas.
Uma parte bem curiosa que difere livro do filme é que no livro o Sr. Bennet (Pai de Lizzy) confessa não gostar da Mãe de suas filhas, com a qual só casou por sua jovialidade e beleza, pois considera que a mesma tenha pouca inteligência e generosidade mental e que todo o respeito, afeto e confiança havia desaparecido para sempre. (pg 236 -cap 42), mas no filme não é tão enfático esses sentimentos.
Já escrevi antes sobre o filme de 2005 e uma das séries lançadas, a de 1995. Só clicar aqui.
Sinopse: Kate Duncan concorda em ajudar sua prima a conquistar um namorado, mas reprova a ideia da jovem de usar uma poção preparada por um boticário para fazer com que o notório Marcus Pelham se apaixone por ela. Para provar que o elixir não funciona, própria Kate toma um dose… e vive a experiência mais sensual de sua vida ao se deparar com Marcus numa situação comprometedora! Escondida nas sombras, ela sente cada fibra de seu corpo vibrar, mas será efeito do elixir, ou daquele homem irresistivelmente atraente?…
Opinião do Bananas: Faz tempo que não falo de romance de banca e esse é da coleção Julia Históricos n: 1528. Esses livros de banca são os predecessores do atual e famoso “smut” ou livros “hot” que são livros com conteúdo erótico/lascivo.
Essa é uma leitura rápida, personagens simplistas bom para passar o tempo e com bastante cenas de sexo tem ainda um romance gostosinho de ler, e o final também é bem satisfatório com todas as pontas amarradas e cada personagem com seu destino definido.
Título Original: Les gens heureux lisent et boivent du café
Autora: Agnès Martin-Lugand
Tradução: Sandra Smith
Lançamento: 2013. EUA: 2016
Páginas : 225
Gênero: Ficção Contemporânea
Editora: Weinstein Books
Sinopse: Diane parece ter a vida perfeita. Ela é esposa, mãe e proprietária do Happy People Read and Drink Coffee (Pessoas felizes lêem e bebem café), um aconchegante café literário em Paris. Mas quando ela repentinamente perde o marido e a filha em um acidente de carro, o mundo que ela conhece desaparece. Um ano depois, Diane se muda para uma pequena cidade na costa irlandesa, determinada a se curar reconstruindo sua vida sozinha – até que conhece Edward, um fotógrafo bonito e temperamental, e se envolve em um romance surpreendente e tumultuado. Mas durará quando Diane deixar a Irlanda para sempre? Ao mesmo tempo comovente e edificante, a história de Diane é profundamente sentida, lembrando-nos que o amor lembrado é um amor duradouro.
Opinião do Bananas: Desde a primeira página a história é emocionante (e olha que comprei este livro pela capa), depois de 36 páginas já havia chorado um balde. O livro é muito bem escrito, e flui rápido. Você sente empatia pela protagonista, você perde o fôlego junto com ela, chora junto com ela.
É um história de luto, autoconhecimento e como se reerguer após tanto sofrimento, acompanhamos de forma gradativa a evolução da personagem, e é surpreendente a quantidade de cigarros fumados nessa história, por ser um livro francês talvez a autora quis exagerar o estereotipo que franceses fumam muito, mas ela vai pra Irlanda e todos fumam muito do mesmo jeito.
Em resenhas de outros leitores observei que muitos não gostaram da leitura, consideraram a escrita falha e acelerada deixando muitas questões não respondidas, os personagens rasos e rudes demais e as atitudes da personagem desnecessárias, no meu ponto de vista não há nada demais, a história é simples mas é bem escrita e não vejo a necessidade de elaborar uma trama complexa pois esse não é o objetivo da história ela foi feita pra ser simples. É bom lembra que este livro foi um bestseller na França.
Em uma matéria de 2015 mostrava este livro seria adaptado para filme porém não há nenhuma notícia recente, talvez devido ao fato que a The Weinstein Company- produtora de filmes foi extinta em 2018 (por falência, alegações de abuso contra um dos fundadores, e investigações de direito civil) e a Weinstein Books (que é da mesma família da The Weinstein Company) foi derrubada pelo Hachette Book Group em 2017. The Weinstein Company é a antiga Miramax que participou da produção de filmes como: Shakespeare Apaixonado, Cidade de Deus e Pulp Fiction.
Infelizmente esse livro não foi lançado no Brasil, e ele possui uma sequência chamada Don’t Worry, Life is Easy (Não se preocupe, a vida é fácil) que dá continuidade a história do primeiro livro.
A atriz Zoey Deutch é um dos talentos que gosto muito de assistir, sempre bem versátil e atua em vários gêneros porém, é fácil notar a preferência da mesma por comedias, mesmo que estas não tenham tanta graça assim. Fora que sua Mãe Lea Thompson é uma ótima atriz cujo os filmes fizeram grande parte da minha infância.
Há dois filmes intragáveis (na minha opinião) que sinceramente foi uma grande perda de tempo tê-los assistido e vamos falar deles. O primeiro é Como Sair de Búfalo.
Como sair de Búfalo (buffaloed) lançado em 2019 é um filme independente com um bom elenco que a única coisa que salva é a atuação de Zoey Deutch, sua personagem é tão rasa, e inconveniente que só de assistir você sente raiva e o motivo de ter boa avaliação no Rotten Tomatoes é exclusivamente por causa da atuação da atriz.
O filme fala sobre uma vigarista Peg Dahl, que fará tudo para sair da cidade de Buffalo, Nova York e pra isso ela descobre o submundo da cobrança de dívidas. Segue trailer:
O segundo filme é Influencer de Mentira (Not Okay):
É fácil entender o motivo pelo qual esse seria um bom tópico pra virar filme e até atingiu o seu objetivo, no mundo dos influencers temos aqueles que fazem de tudo por fama e é disso que trata Influencer de Mentira, uma jovem ambiciosa encontra seguidores e fama quando se apresenta como a sobrevivente de um ataque mortal, mas logo descobre que a notoriedade online tem um preço terrível.
Apesar de ter um bom tópico esse filme não teve o impacto esperado, se tornou uma comédia falha e irritante de assistir. Claro que a atuação de Zoey Deutch faz você ter ódio do personagem de tão boa que foi. Trailer Abaixo:
Pela Editora Gutemberg de 2022, O Nevoeiro de Shadow Sands do autor Robert Bryndza, é um suspense investigativo no estilo Agatha Christie, pesquisando descobri que a personagem da detetive Kate Marshall é recorrente nos livros do autor formando uma série (assim como o detetive Poirot de Christie).
O livro daria um ótimo filme, a leitura é rápida, intrigante e flui muito bem.
A amostra foi o suficiente para instigar o desejo de comprar o livro e finalizar a leitura, adoro livros com esse tema de investigação criminal. Esse autor tem espaço reservado na minha estante.
Sinopse:
Kate Marshall encontrou o cadáver de um jovem flutuando em uma represa de Shadow Sands e as autoridades locais classificaram o caso como um trágico acidente. Mas os detalhes não batem: por que a vítima estava lá, no meio da noite? Se era um nadador experiente, como se afogou?
Kate tem certeza de que este caso é mais do que aparenta. Então, ela e seu assistente investigam mais a fundo e descobrem uma trilha sangrenta que aponta para um assassino em série pronto para atacar outra vez. Há anos pessoas desaparecem silenciosamente naquele local e, quando uma mulher é raptada, Kate e Tristan têm poucos dias para salvá-la desse destino fatal.
Sinopse: Lucy Standbridge herdou a editora de livros de seu pai, e a ambiciosa pretensa editora quase leva a empresa a falência por publicar livros ruins. Ela descobre que um de seus antigos autores lhe deve um livro, o recluso, alcoólatra e rabugento Harris Shaw que originalmente ajudou a colocar a editora no mapa décadas atrás. Em uma última tentativa de salvar a empresa, Lucy e Harris publicam seu novo livro e embarcam numa turnê infernal que os muda de maneira inesperada.
Trailer:
Opinião do Bananas: Bom filme, com ótimos atores e enredo que deixa um sentimento bom no final. Os personagens com diferentes visões de mundo, e uma grande diferença de idade, de um lado uma jovem aspirante a editora tentando trazer a leitura para um público que não liga mais para os livros e do outro um autor que já desistiu do mundo.
Escrito por Paulo Stucchi, publicado pela Jangada e lançado em Fevereiro de 2023, com suas 512 páginas O Homem da Patagônia é um Thriller Psicológico repleto de teorias de conspiração e suspense.
A amostra inicia com a apresentação de vários personagens, histórias individuais e passagens do tempo. Livro bem escrito com personagens intrigantes, deu a entender pelo pouco que li que a história será cheia de tensão e/ou suspense.
Sinopse: Argentina, 1958. Ao aceitar o pedido de uma jovem e sedutora alemã para que tratasse de seu pai em estado catatônico, o renomado psicólogo argentino Sebastián Lindner não poderia imaginar que estaria diante de um caso que mudaria seu destino por completo – e colocaria sua vida, e a de todos a quem ama, em risco. Conforme as lembranças do misterioso paciente vão sendo acessadas, o dr. Lindner se vê diante de um antigo e terrível segredo – que remonta aos últimos dias de Hitler no bunker em Berlim. E isso poderá mudar drasticamente os rumos da história pós Segunda Guerra Mundial como o mundo conhece, fazendo o psicólogo se confrontar não apenas com a pior face do mal, mas também com seus próprios demônios. Seria o decrépito paciente Adolf Hitler em pessoa? Teria o Führer escapado dos soviéticos e sobrevivido à queda de Berlim, fazendo renascer de forma obscura as forças do Terceiro Reich, num projeto de um terrível e secreto Quarto Reich, nas geladas terras do sul da Argentina? Ou ele não passaria de um impostor? Neste thriller psicológico de tirar o fôlego, história, ficção e antigas teorias de conspiração se misturam numa vertiginosa trama de suspense, que levará o leitor à Buenos Aires dos anos 1950 e às memórias da Segunda Guerra Mundial, enquanto acontece uma verdadeira caçada humana para descobrir verdades há muito tempo enterradas nos arquivos da história.
Sinopse: Uma mulher que tenta superar uma perda precisa lidar com um pássaro genioso que invadiu seu jardim — e um marido que luta para seguir em frente.
Trailer:
Opinião do Bananas: Como lidar com a vida após o luto? Essa é a premissa do filme Um Ninho para Dois, bem feito e que trata com sutileza o processo do luto e da depressão. é o tipo de filme que trás uma leve sensação de alívio, como um fôlego para continuar.
Gênero/Categoria: Ficção Norte Americana/Fantasia Jovem adulto/Lobisomens
Editora: Underworld
Sinopse: Vivian Gandillon aprecia a mudança, a dor doce e poderosa que a transforma de garota à lobo. Ainda de luto pela morte do pai, seu grupo continua sem um líder e em desordem e ela se sente perdida nos subúrbios de Maryland. Vivian ganha a vida trabalhando numa loja de chocolates e acaba se apaixonando por um humano, bom e gentil, um alívio bem vindo para ela. Ele é fascinado por magia, e Vivian deseja se revelar para ele. No entanto, a lealdade de Vivian é colocada à prova quando um assassinato brutal ameaça expor o grupo. Movendo-se entre dois mundos, ela não parece pertencer a nenhum dos dois. O que ela realmente é? Humana ou Besta? O que tem o gosto mais doce? Sangue ou Chocolate?
O Filme:
Título: Sangue e Chocolate
Título Original: Blood and Chocolate
Lançamento: 2007
Diretor: Katja von Garnier
Gênero: Fantasia
Sinopse: A jovem Vivian, que trabalha como atendente em uma loja de chocolates, passou a vida toda se esforçando para guardar um grande segredo: ela é uma lobisomem. Os problemas começam quando Vivian se apaixona pelo humano Aiden. O relacionamento não é aceito por seus semelhantes, em especial por Gabriel, que também a deseja. E, para piorar a situação de Vivian, pode ser que Aiden deixe de amá-la quando descobrir a verdade.
Trailer:
Opinião do Bananas: O filme é apenas inspirado no livro, perde muito da história que foi alterada de verdade inclusive o final, são como dois contos diferentes. De inicio digo que preferi o filme do que o livro e como assisti o filme antes de ler o livro devo dizer que o filme foi adaptado para um público mais maduro em comparação com o livro em que os personagens principais são adolescentes onde Vivian é uma adolescente de 16 anos e no filme ela já é uma jovem na casa dos 20 e poucos anos.
Não gostei mesmo do final do livro, foi estranho por que ela acaba ficando com o Gabriel que é bem mais velho que ela e o Aiden a rejeita por ela ser loba (isso é considerado spoiler? Não, por que o livro foi lançado em 2011 no Brasil e o filme saiu em 2007 deu tempo de saber da história já) e no filme ela mata o Gabriel e fica o Aiden que luta por ela, a única coisa que permanece é que ela é rainha do bando nas duas versões. O Aiden no filme é autor e desenhista já no livro ele é poeta, a Mãe da Vivian no livro está viva, assim são diferenças grandes demais.
O livro não é mais produzido pois a Editora Underworld faliu, não sei ao certo o ano mas por volta de 2011, foi uma editora de investimento alto e vida curta.
Com relação a edição do livro, há muitos erros de digitação, revisão feita pobremente e há falhas na tradução que deixa os diálogos meio confusos. Toda a ideia por trás da Editora Underworld é muito boa, trazer livros que fizeram fama fora do Brasil com foco em gênero Juvenil/Young Adult e Fantasia e é uma pena que já não existe mais.