Sinopse: Quando um antigo jogo de tabuleiro ganha vida, uma família viaja no tempo para um vilarejo medieval onde precisa desmascarar lobisomens se quiser voltar para casa.
Trailer:
Opinião do Bananas: Um filme divertido para assistir em família, sem muitas camadas mas que poderiam ter sido mais exploradas ao longo do desenrolar da história como a dinâmica familiar e a individualidade dos personagens.
Esse filme é inspirado em um jogo de tabuleiro de nome The Werewolves of Miller’s Hollow ( os lobisomens da aldeia velha) um jogo de dedução social criado por Philippe des Pallières e Hervé Marly, e esse jogo é baseado em outro jogo criado pelo russo Dimitry Davidoff com o nome de Mafia.
É um filme que foi focado num público infanto juvenil, não há muitos efeitos especiais e os efeitos que tem são bem simples e quase dá a impressão de que não houve muito orçamento para fazerem o filme porém creio que tenha sido intencional exatamente para manter a sensação de que aquela realidade é um jogo para todas as idades.
Sinopse: “E se sua vida pertencesse a você?” Foi essa a pergunta que Elizabeth Gilbert se fez ao virar a própria vida de cabeça para baixo, partindo sozinha em uma viagem de autodescoberta. Seu objetivo era visitar três lugares onde pudesse explorar diferentes aspectos de sua natureza. Em Roma, estudou a arte do prazer, aprendeu italiano e engordou os onze quilos mais felizes de sua vida.
Na Índia, se dedicou à arte da devoção e, com a ajuda de uma guru local e de um caubói texano surpreendentemente sábio, embarcou em quatro meses de contínua exploração espiritual.
Em Bali, estudou a arte do equilíbrio entre o prazer mundano e a transcendência divina. Tornou-se discípula de um velho xamã, e também se apaixonou — por um brasileiro — da melhor maneira possível: inesperadamente.
Ninguém precisa se divorciar ou se mudar para a Índia para transformar a vida — “Não faça o que eu fiz; pergunte-se o que eu me perguntei”, recomenda Gilbert. Só assim você poderá encontrar, como ela encontrou, uma real sensação de liberdade e alegria com a própria existência. Comer, rezar, amar é um convite irrecusável a todos que queiram se abrir à inesgotável, e às vezes necessária, vontade de mudar.
Opinião do Bananas: A autora usa seu momento de crise em desenvolvimento pessoal e em um livro que não glamoriza a depressão e leva com sinceridade a reconstrução da sua vida através das dúvidas, da dor e da solidão. Acompanhamos a autora numa jornada pela busca de si mesma e da alegria de simplesmente existir.
Em 2010 foi lançado um filme com a Julia Roberts que sintetizou bem a essência do livro e trouxe um pouco mais de leveza pra história, fiz uma postagem com trailer de vários filmes sobre recomeço e esse foi um deles.
Foi uma leitura que demorei pra avançar, demorei pra me conectar mas entendi isso como a dificuldade que a própria autora encontrou em sua caminhada, é um livro cansativo porém satisfatório.
Sinopse: Condenada e presa injustamente pela morte do marido, uma mulher planeja sua vingança ao descobrir que ele ainda está vivo.
Trailer:
Opinião do Bananas: Um favorito entrando na indicação de hoje com um elenco bem escolhido, enredo que faz você duvidar do caminho da história e um bom desenvolvimento de personagens.
Apesar do filme usar termos da lei e o sistema judicial com grande liberdade criativa e fantasiosa o filme gera uma ansiedade, uma expectativa de ver a protagonista vencer e a justiça ser finalmente feita. Muitos pensam que o filme mostra apenas vingança e sede de justiça mas mostra principalmente a determinação de uma mãe para reaver seu filho e sua própria identidade após ser traída pelas pessoas que mais amava.
Sinopse: O livro A Sangria da Planta-Corpo, é um livro de poesia que apresenta um olhar sensível sobre a formação da Amazônia através da escrita de um descendente dos nordestinos seringueiros. A obra faz uma viagem que reflete o processo histórico de exploração da natureza e das pessoas, enquanto se sensibiliza com o lugar, com a mística, a beleza e a luta dos povos da região. Traz aspectos da poesia visual, os poemas formam um rio e, ao mesmo tempo, um corte (era como se chamava o processo de extração do látex da seringueira), dando movimento ao texto. É um livro de muitas camadas, explorando a memória, a luta, a resistência, o abandono em uma região ainda esquecida pelo resto do país.
Opinião do Bananas: Hoje a indicação é mais que especial pois o autor é um amigo que a vida colocou em meu caminho e com grande graça apresento Manoel Roberto, natural do município de Pauini no interior do Amazonas é pesquisador e professor de História, coautor de diversas obras acadêmicas e literárias como Antologia Poética do Prêmio de Poesia Jovem Thiago de Mello do qual é vencedor.
Sua obra é divida em dois momentos: a sangria e a planta-corpo, e que a priori devemos entender o título, onde a sangria é o corte que é feito na seringueira para extrair o látex já a planta-corpo refere-se tanto ao seringueiro quanto a natureza que envolve a vivência do extrativismo e da Amazônia e no livro são compostos por poemas que contam desde o corte da seringa, a vida do seringueiro, as dificuldades, o que é ser amazônida, a seca dos rios, a riqueza que não fica, as famílias que nascem e a vida que continua.
Um livro que em pouco mais de 50 páginas representou a trajetória de muitas vidas, os pesares e as graças daquilo que sustenta tantos a tanto tempo e é feito da mesma forma a mais de um século, não só isso mas também o viver e ser de uma região tão esquecida pelo resto do país.
Sinopse: Uma jovem concorda em se casar com um belo príncipe, apenas para descobrir que tudo não passou de uma armadilha. Ela é jogada em uma caverna com um dragão cuspidor de fogo e deve confiar apenas em sua inteligência e vontade para sobreviver.
Trailer:
Opinião do Bananas: Um filme com bastante ação, sem enrolação e com uma estrutura de construção bem diferente. Donzela é um filme tão interessante que assisti várias vezes (inclusive duas vezes no mesmo dia) e sem cansar, a Shohreh Aghdashloo como a voz do dragão foi uma escolha perfeita e a Millie Bobby Brown também foi incrível nesse papel.
Uma curiosidade desse filme é que ele tem um livro, da autora Evelyn Skye, porém a parte curiosa é que o livro foi escrito a partir do roteiro original do filme que foi escrito por Dan Mazeau, o livro foi publicado em Abril de e o filme deveria ter sido lançado em Outubro de 2023 mas devido a greve da SAG-AFTRA de 2023 o filme adiou o lançamento pra Março de 2024. Autora do livro diz que apesar de ser uma história adaptada do roteiro do filme cada um é uma obra única e distinta e que há diferenças no enredo pois a autora teve liberdade criativa para escrever sua própria versão da história.
Capas do livro: (Não tenho informações sobre o lançamento desse livro no Brasil) Achei duas versões da capa.
Ainda não li o livro, mas o filme é uma aventura bem construída, divertido de assistir sobre uma princesa que se entrega a um casamento arranjado pelo bem de seu povo e que não espera que ninguém venha salvá-la, e que em sua jornada de sobrevivência descobre sua própria força.
Gênero- Categoria: Estratégia- Arte e ciência militar
Editora: Editora Novo Século
Sinopse: Um tratado de artes marciais escrito no século XVII por Miyamoto Musashi, o samurai invencível, Gorin No Sho desenha os princípios do pensamento estratégico e sua aplicação em qualquer combate. Mais do que isso, porém, ele reflete o caminho do guerreiro na busca de sabedoria. E como Escreve Musashi: ” Na travessia da vida, uma pessoa certamente terá de superar correntes críticas em muitos lugares. (…) Disposição para transpor obstáculos é necessária na travessia da vida – o que exige espírito separado para superar quaisquer acontecimentos críticos. Na arte militar, igualmente, durante um combate, é essencial vencer os momentos críticos, conhecendo a capacidade do adversário e utilizando corretamente a própria competência. dessa forma, apoiado em seus conhecimentos e em seus princípios – tal como um bom navegante supera sua rota marítima -, alcançará a tranquilidade de espírito, atravessando as correntes críticas”. Do domínio de sua arma ou do seu ofício, o homem chega ao domínio de si e, em consequência, a vitória nas mais diversas situações.
Opinião do Bananas: Muito semelhante ao livro a Arte da Guerra, porém, gostei mais de um que de outro, onde a arte da guerra é bem aplicável a outras áreas da vida (quase como um livro de auto ajuda) o livro dos cinco anéis parece um livro didático para samurais em formação. É um ótimo livro, porém eu não fui seu público alvo.
O livro foi bem traduzido (observa-se isso pelas notas de rodapé), a estrutura do livro não é cansativa e pra mim as partes mais interessantes foram o prefácio e a introdução.
O livro fala muito sobre estratégias e disciplina de uma forma pontuada como tópicos anotados por um professor, o que de fato é originalmente o livro dos cinco anéis.
É um livro bem escrito e interessante mas não pra mim.
Sinopse: Delilah Darling tem quase 30 anos e já se relacionou com 19 rapazes. Sua vida sentimental não tem sido exatamente brilhante, pois todo cara que conhece parece fugir do relacionamento.
Quando lê uma matéria no jornal em que a média de homens para uma mulher é de 10,5, fica desesperada e assustada por estar muito acima dessa média. Além de tudo, o artigo no jornal terminava falando que, se a mulher tivesse o número acima dessa média, seria impossível a pessoa certa. Na tentativa de não aumentar seu número e perder de vez a chance de se casar, Delilah sai à procura de seus antigos namorados e tenta reconquistá-los.
Será que um deles estará disposto a esquecer do passado e começar uma linda história de amor?
Qual seu número revela os segredos de cada mulher e prova que, quando se trata de assuntos do coração, números são apenas uma fração de tempo.
Opinião do Bananas: Livro que gerou o filme de 2011 estrelado pela Anna Farris, Qual Seu Número tenta ser cômico e leve mas só consegue ser desesperado e faz o leitor sentir muita vergonha alheia.
Entendo o conceito do livro, quase em uma referência a Bridget Jones que aos 30 anos tem uma crise que a faz acreditar que sua vida não evoluiu, e que não conquistou nada levando-a a ir em uma busca louca por validação, por amor, reconhecimento.
É uma moça que após o fim de seu relacionamento e prestes a perder seu emprego, em um momento de vulnerabilidade se vê influenciada por um artigo de jornal que fala da média de parceiros sexuais que uma pessoa pode ter na vida e assim, por estar acima dessa média Delilah pensa que não tem mais chances de encontrar um amor verdadeiro. Ela não vê objetivo certo em sua vida e embarca em uma louca e desesperada missão de encontrar a pessoa certa no seu passado, talvez por medo de encarar a vida sozinha ou por pressão social e familiar, e nisso gasta até seu último centavo sem plano B.
Apesar da leitura ter sido relativamente rápida foi bem chato de ler por que as ações sem pensar da personagem deixavam a leitura bem tediosa. Foi uma leitura decepcionante pois imaginei seria melhor que o filme porém houve muitas adaptações entre as mídias.
A capa da edição que eu tenho é a capa com o poster do filme (o que não me agrada nem um pouco) assim criei uma capa inspirada na capa gringa.
Minhas Capas: (Fiz 2 versõese a capa que escolhi foi a versão branca)
Capas Norte Americanas:
É importante lembrar que o título do livro original é 20 (twenty) times a lady, em referência a música Three Times a Lady do cantor Lionel Richie que é o favorito da personagem porém o filme foi lançado com o título What’s Your Number? (Qual Seu Número?), assim após o lançamento do filme o livro começou a ser publicado também com esse título.
Sinopse: Um farol enlouquecido deixa desamparados os homens do mar que circulam em torno da pequena e isolada ilha de La Duiva, expondo-os, todas as noites, às ameaças dos rochedos traiçoeiros. Sob sua luz vacilante, Cecília, matriarca da família Godoy, reconstitui as cicatrizes do passado com linhas e agulhas. Em dolorosa solidão, ela tece uma interminável tapeçaria em que entrelaça as sinas de Ivan, seu marido, e de seus filhos ausentes, elegendo uma cor para cada um.
Muitas gerações da família de origem espanhola zelaram pelo farol naquela ilhota perdida no sul. Apesar da oposição de Doña, sua mãe, Ivan se apaixona por Cecília. Os dois se casam e têm seis filhos — Lucas, Julieta, Orfeu, as gêmeas Eva e Flora, e o temporão Tiberius —, que povoam a ilha com suas personalidades marcantes e talentos misteriosos. Apaixonada pelos livros, a jovem Flora descobre que possui o dom para a literatura e começa a escrever um romance. Tão poderosas são suas palavras que certas cenas deixam o papel e transbordam para a realidade.
O manuscrito chega às mãos do inglês Julius Templeman, professor de Cambridge e especialista em literatura latino-americana. Tomado pelo frescor e pela vitalidade da criação da jovem, ele decide deixar a Europa e ir até La Duiva para conhecer pessoalmente a autora. Sua chegada provoca mudanças profundas e irreversíveis nos moradores da ilha e no próprio Julius. Ele desperta desejos, desencadeia paixões e torna-se o vértice de um inusitado triângulo amoroso, cujas consequências levam os filhos de Cecília a se espalharem pelo mundo em busca de outros verões. Com uma linguagem poética, Leticia Wierzchowski dá voz e vida a cada um dos integrantes da família Godoy, criando sua própria tapeçaria delicada e surpreendente, enriquecida por múltiplos e divergentes pontos de vista.
Opinião do Bananas: Livro escrito pela mesma autora de A Casa das Sete Mulheres, esta é a história de uma família e suas gerações a partir do ponto de vista da Mãe, através de dificuldades, isolamento e a passagem do tempo.
É escrito de forma muito bonita, poética, quase filosófica e a segunda e terceira partes são as melhores em minha opinião, tem ainda o inicio do livro um pouco confuso pois são apresentados muitos personagens em um curto tempo.
É uma história de sobrevivência emocional que ao mesmo tempo que causa tristeza, também conforta. É um livro muito sensível e introspectivo.
Há um segundo livro de nome Deriva lançado em 2022 pela Editora Planeta que vai falar sobre a vida após os acontecimentos de Sal.
Sinopse de Deriva:
La Duiva é uma pequena ilha no litoral de um Uruguai imaginário. Lá, há mais de duzentos anos, vivem os Godoy. A vida dos habitantes da ilha – em especial a de Tiberius Godoy e a do jovem Tomás – muda com o aparecimento de Coral, uma mulher misteriosa que surge das ondas em uma noite de lua cheia. Com Coral, a ilha é tomada por uma infestação de rosas vermelhas, que entram pelas janelas e invadem as casas. As rosas, com seu furioso cheiro de amor, despertam paixões inesperadas… e muitas vezes incontroláveis.
Gênero- Categoria: Teatro satírico/Literatura Portuguesa
Editora: L&PM Editores
Sinopse: Auto da barca do Inferno é uma representação alegórica do destino das almas humanas assim que deixam seus corpos, quando encontram duas barcas com seus respectivos arrais, um Anjo e um Diabo. As duas entidades acusam os vícios e faltas cometidos em vida pelas personagens, a fim de ensinar aos vivos os perigos e enganos da vida transitória. A peça, que foi escrita para a cena palaciana, mostra-se uma sátira impiedosa sobre os costumes da sociedade da época, ninguém é poupado, nem mesmo padres, fidalgos e magistrados.
Opinião do Bananas: É uma sátira social que compõe a trilogia das barcas junto com o Auto da Barca do Purgatório e o Auto da Barca da Glória, escrito em forma de peça teatral (pois originalmente era uma peça e não apenas um livro), faz críticas da moralidade social, a hipocrisia como base. Aponta ainda o quão falho é o homem em sua rasa existência.
Um momento cômico e hipócrita no final do livro é quando os Cavaleiros de Deus vão direto em direção da Barca da Glória sob a justificativa que matar em nome de Deus lhes garantem um lugar direto no paraíso.
É um livro bom e interessante, porém cansativo apesar de curto.
Sinopse: Uma publicitária perfeccionista com problemas na vida amorosa embarca em uma jornada de autoconhecimento que começa no visual radicalmente novo.
Trailer:
Opinião do Bananas: De volta com uma indicação de Filme com Felicidade por um Fio de 2018. Esse filme é baseado em uma série de livros da autora Trisha R. Thomas de título Nappily Series com 9 livros sendo eles: 1. Nappily Ever After; 2. Would I lie to you; 3. Nappily Married; 4. Nappily Faithful; 5. Nappily In Bloom; 6. Un-Nappily In Love; 7. Nappily About Us; 8. Nappily Entangled; 9. Postcards from Venus.
Capas:
Felicidade por um fio fala sobre insegurança, racismo, auto estima, como viver em sociedade força o individuo a se moldar a outros olhos através da postura, comportamento, e acima de tudo aparência e todo o peso mental que isso implica no outro.
O racismo aqui representado no meio corporativo é uma realidade de muitas mulheres negras que por pressão ao ambiente alteraram sua aparência principalmente seus cabelos para “encaixar” em uma uniformidade irreal, para que sejam levadas a sério e ganharem espaço dentro de suas profissões, fato esse que hoje tem mudado bastante porém infelizmente ainda é uma realidade de muitas.
O foco principal é com a protagonista e sua própria obsessão pelo perfeccionismo em todas as áreas de sua vida sendo os cuidados com o cabelo o seu maior destaque, a personagem usa os cabelos como uma máscara (um escudo talvez) para navegar a vida achando que só assim encontraria felicidade e tudo isso muda depois que ela se livra desse peso da cobrança, do “perfeito”. É um filme que vale muito assistir.